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Melhor Vinho Rosé: 9 Ótimas Opções

Comparamos 9 modelos Atualizado em 18/jun

Escolher um vinho rosé virou tarefa complicada: tem chileno semi-seco, Vinho Verde levinho, rosé de Malbec argentino, Grenache do Sul da França e até opção brasileira — tudo lado a lado na prateleira.

Para ajudar você a decidir, analisamos e comparamos os principais rótulos disponíveis no Brasil e reunimos os 9 melhores vinhos rosés de 2026 — com base em especificações oficiais dos produtores, avaliações verificadas de clientes e na curadoria do Leonardo, nosso sommelier de destilados e vinhos. Curadoria, não laboratório.

Nossa escolha geral é o Concha y Toro Reservado Rosé: frutado, equilibrado e fácil de achar — embora seja mais simples do que os rosés europeus com personalidade de terroir.

Se você quer sair do óbvio sem gastar muito, o Pauliteiros Rosé é nossa aposta de custo-benefício, com a mineralidade de Trás-os-Montes. As outras 7 opções cobrem do aperitivo refrescante ao rosé espanhol mais encorpado. Beba com moderação — venda proibida para menores de 18 anos.

Índice
Nossa escolha
Vinho Rosé Reservado 750ml — Concha y Toro
Concha y Toro

Vinho Rosé Reservado 750ml — Concha y Toro

4.5(11)

Rosé chileno seco, frutado e equilibrado, do maior exportador de vinhos da América do Sul: a garrafa que agrada desde a mesa de domingo até o aperitivo com amigos.

Melhor Vinho Rosé: Comparativo Rápido

Como escolher o melhor vinho rosé?

Antes de fechar a compra, entender esses quatro pontos faz toda a diferença entre um rosé que encanta e um que decepciona.

Seco, semi-seco ou levemente efervescente

O rosé seco tem acidez mais viva e combina melhor com refeições. O semi-seco, como o Santa Helena Reservado, é mais imediato e acessível para quem está começando. O levemente efervescente (como o Mateus e o Casal Garcia) é refrescante e ótimo para aperitivos, mas pode não agradar quem quer um rosé parado. Defina isso antes de comprar.

Origem e a diferença que ela faz

Portugal entrega acidez e mineralidade (Pauliteiros, Mateus, Casal Garcia). O Chile é frutado e acessível (Concha y Toro, Santa Helena). A Espanha traz corpo e Garnacha aromática (Esteban Martín). A Argentina dá o Malbec rosé com estilo próprio (Las Perdices). A França traz a elegância do Languedoc (Gem LYV). O Brasil tem surpresas reais (Miolo). Pense no perfil que você quer, não só no país.

Teor alcoólico: do leve ao encorpado

Rosés variam bastante: o Casal Garcia tem 9,5%, o Mateus tem 11%, e o Esteban Martín chega a 13,5%. Para aperitivos longos em dias quentes, os mais leves fazem sentido. Para acompanhar refeições robustas, os de 12,5% a 13,5% têm mais corpo e sustentam melhor os sabores. Verifique o teor antes de escolher.

Harmonização: do aperitivo à sobremesa

Rosés leves e levemente efervescentes vão com aperitivos, frutos do mar e peixes delicados. Os rosés secos e médios acompanham frango, porco, queijos e massas. Os mais encorpados como o Esteban Martín aguentam pratos mais intensos e até queijos semiduros. Para uma adega climatizadora que guarde rosé no ponto certo, a temperatura ideal fica entre 8 °C e 12 °C.

Rosé não é vinho de baixa qualidade

Essa ideia ficou no passado. Hoje os melhores rosés do mundo são elaborados com tanto cuidado técnico quanto brancos e tintos — basta ver o prestígio do Côtes de Provence no mercado global. Nos rosés desta lista, você encontra desde entradas acessíveis até rótulos com reconhecimento internacional. Não subestime o rosé na sua próxima compra.

As 9 Melhor Vinho Rosé

1º · Melhor no Geral
Vinho Rosé Reservado 750ml — Concha y Toro

Vinho Rosé Reservado 750ml — Concha y Toro

4.5(11)Concha y Toro

Rosé chileno seco, frutado e equilibrado, do maior exportador de vinhos da América do Sul: a garrafa que agrada desde a mesa de domingo até o aperitivo com amigos.

Melhor para: Quem quer um rosé seco, frutado e confiável do Chile para o aperitivo ou a refeição do dia a dia.

  • Rosé seco do Vale Central, Chile
  • Blend de Cabernet Sauvignon — aromas de morango e cereja
  • Teor alcoólico 12% vol.
  • Garrafa de 750 ml
  • Fermentação lenta em inox, sem passagem por barrica

O Concha y Toro Reservado Rosé é a nossa indicação de melhor vinho rosé no geral — o que tem mais chance de agradar qualquer pessoa na mesa, do iniciante a quem já tem o paladar treinado.

Vem do Vale Central chileno, com aquele perfil típico da região: frutado e fresco, com aromas de morango e cereja, acidez viva e final limpo que convida ao próximo gole.

Vai bem gelado, como aperitivo ou acompanhando frango grelhado, saladas e massas leves — e a Concha y Toro garante padronização de lote a lote, o que conta muito na hora de receber.

E os contras? A Concha y Toro não declara o blend exato com precisão em todos os mercados, então a composição pode variar entre safras. Para quem já curte rosés mais complexos de Provence ou da Borgonha, ele vai parecer simples demais — mas como vinho para o dia a dia, é difícil bater.

Prós
  • Perfil equilibrado que agrada paladares variados
  • Frescor e acidez viva, ideal para dias quentes
  • Marca conhecida, fácil de achar e de confiar de safra para safra
Contras
  • Blend não declarado com precisão — composição pode variar entre lotes
  • Simples demais para quem já bebe rosés complexos de Provence
2º · Melhor Custo-Benefício

Pauliteiros Vinho Português Rosé 750ml

Pauliteiros / Cooperativa Ribadouro

Rosé seco do Planalto Mirandês, com personalidade de Trás-os-Montes, framboesa e mineralidade: a melhor relação entre o que você paga e o que tem no copo.

Melhor para: Quem quer sair do rosé chileno de supermercado e experimentar um português seco com personalidade sem gastar muito.

  • Rosé seco de Trás-os-Montes, Portugal (Planalto Mirandês)
  • Blend de Aragonez, Tinta Gorda e Touriga Nacional
  • Teor alcoólico 12,5% vol.
  • Garrafa de 750 ml
  • Cor rosa-salmão, aromas de frutas silvestres e notas florais

O Pauliteiros Rosé é a nossa indicação de melhor custo-benefício — um rosé português com identidade própria por um valor que não pesa.

Vem da Cooperativa Agrícola Ribadouro, no Planalto Mirandês, Trás-os-Montes, com um blend de Aragonez, Tinta Gorda e Touriga Nacional que entrega aromas de framboesa, amora e mineralidade discreta — uma assinatura que você não encontra nos rosés chilenos de entrada.

Seco, com acidez equilibrada e 12,5% de teor alcoólico, vai muito bem com queijos frescos, embutidos e frutos do mar — e impressiona quem não espera tanta personalidade nessa faixa.

Os contras: a distribuição é mais restrita que as grandes marcas, então dependendo da cidade você vai comprar online mesmo. E para quem prefere rosés mais suaves e levemente adocicados, a secura pode pegar de surpresa.

Prós
  • Personalidade real de Trás-os-Montes, com mineralidade e frutas silvestres
  • Seco e equilibrado — vai bem com uma mesa de petiscos
  • Custo-benefício difícil de bater entre os rosés importados
Contras
  • Distribuição mais restrita — às vezes só via compra online
  • Secura e mineralidade podem surpreender quem espera um rosé mais suave
3º · Melhor Clássico Português

Mateus Rosé Vinho 750ml

Sogrape

O rosé português mais famoso do mundo, levemente pétillant e fresco, da Sogrape: o clássico de garrafa bojuda que nunca sai de moda.

Melhor para: Quem quer o rosé clássico português, com a história e a garrafa bojuda icônica, para servir gelado como aperitivo.

  • Rosé seco levemente efervescente (pétillant) da Bairrada, Portugal
  • Blend de Baga, Rufete, Tinta Barroca e Touriga Franca — Sogrape
  • Teor alcoólico 11% vol.
  • Garrafa de 750 ml
  • Fermentação em inox sob temperatura controlada; sem passagem por barrica

O Mateus Rosé é a nossa indicação de melhor rosé clássico português — o vinho que virou ícone mundial com aquela garrafa bojuda inconfundível, resultado de um trabalho do designer Tom Dyson nas décadas de 1940.

A Sogrape elabora um blend de castas tradicionais da Bairrada, com fermentação lenta em inox, que entrega um rosé fresco, leve, com morango e frutas vermelhas, e uma perlage discreta que torna a boca mais animada no gole.

Com 11% de teor alcoólico, é um dos mais leves da lista — ótimo gelado como aperitivo, em dia quente, ou acompanhando peixe, frango e saladas.

Os contras a ter em mente: por ser pétillant, ele não encaixa bem em refeições mais gordurosas onde você queira um rosé encorpado. E quem busca rosés secos e sem efervescência pode se decepcionar com a leveza e o perfil levemente adocicado que a perlage sugere no paladar.

Prós
  • Clássico reconhecido mundialmente — garrafa que já é presente
  • Levemente pétillant, fresco e fácil de beber em dia quente
  • Teor alcoólico baixo (11%) — confortável para longas refeições
Contras
  • Efervescência discreta não combina com quem prefere rosé seco e parado
  • Perfil leve e simples para quem já bebe rosés com mais corpo e estrutura
4º · Melhor Rosé Refrescante

Vinho Casal Garcia Rosé 750ml

Quinta da Aveleda

Vinho Verde Rosé da Quinta da Aveleda, com 9,5% de teor alcoólico e aquela perlage típica das margens do Minho: o rosé mais refrescante e de menor graduação da lista.

Melhor para: Quem quer o rosé mais refrescante da lista, com baixo teor alcoólico, para servir bem gelado como aperitivo ou com frutos do mar.

  • Vinho Verde Rosé da Quinta da Aveleda, Portugal
  • Uvas Vinhão, Azal Tinto e Borraçal
  • Teor alcoólico 9,5% vol. — o mais baixo do lineup
  • Garrafa de 750 ml
  • Levemente efervescente, com aromas de morango e framboesa

O Casal Garcia Rosé é a nossa indicação de melhor rosé refrescante — o Vinho Verde Rosé da Quinta da Aveleda que combina acidez viva, perlage natural e o teor alcoólico mais baixo do lineup (9,5%).

A cor é vermelho-rosado brilhante, o aroma traz morango e framboesa e na boca a efervescência discreta deixa o vinho animado e fácil de beber, especialmente gelado.

Funciona muito bem como aperitivo, em dias de calor, ou ao lado de petiscos leves, canapés e frutos do mar — e a proposta é exatamente essa: leveza e frescor acima de tudo.

Os contras existem: com 9,5%, ele fica aquém de quem quer um rosé para acompanhar uma refeição mais robusta. A efervescência e a acidez alta também não agradam quem prefere rosés macios e sem gás, e a nota levemente adocicada que o Vinho Verde carrega pode não ser o que todos esperam de um rosé.

Prós
  • Frescor e leveza do Vinho Verde — difícil de bater em dia quente
  • Teor alcoólico reduzido (9,5%) — confortável em tardes longas
  • Acidez viva e perlage que deixam o aperitivo mais animado
Contras
  • Pouco corpo para acompanhar refeições mais gordurosas
  • Efervescência e acidez alta não agradam quem prefere rosé macio e parado
5º · Melhor para Iniciantes
Santa Helena Vinho Reservado Rosé 750ml

Santa Helena Vinho Reservado Rosé 750ml

4.6(519)Santa Helena

Rosé semi-seco chileno de Cabernet Sauvignon puro, frutado e imediato: o vinho para quem está dando os primeiros passos no mundo dos rosés.

Melhor para: Quem está descobrindo o vinho rosé e quer começar por um semi-seco frutado e fácil de beber, sem complicação.

  • Rosé semi-seco do Vale Central, Chile
  • 100% Cabernet Sauvignon, engarrafado logo após a fermentação
  • Teor alcoólico 12,5% vol.
  • Garrafa de 750 ml
  • Aromas de morango e cereja; corpo leve, fácil de beber

O Santa Helena Reservado Rosé é a nossa indicação de melhor rosé para iniciantes — o vinho semi-seco chileno de Cabernet Sauvignon puro que é fácil de gostar já no primeiro gole.

A Santa Helena, com 70 anos de tradição no Chile, faz um rosado no Vale Central em que a fruta aparece de cara: morango, cereja e um dulcor discreto do semi-seco que torna a entrada no vinho muito mais amigável.

Com 12,5% de teor alcoólico e corpo leve, vai bem gelado com frango, porco e pratos com molho mais encorpado, como as fichas de harmonização da própria vinícola sugerem.

Os contras: o perfil semi-seco pode fazer a acidez parecer baixa para quem já gosta de rosés mais tensos e minerais. E quem já está acostumado com rosés secos vai sentir falta de estrutura e complexidade nesse estilo.

Prós
  • Semi-seco acessível — fácil de gostar desde o primeiro contato
  • 100% Cabernet Sauvignon com perfil frutado e direto
  • Boa relação entre qualidade e custo para uso do dia a dia
Contras
  • Acidez mais baixa do que rosés secos estruturados
  • Pouco para explorar para quem já tem paladar treinado
6º · Melhor Rosé Espanhol
Bodegas Esteban Martín Vinho Rosé D.O.P. Cariñena Garnacha Rosado 750ml

Bodegas Esteban Martín Vinho Rosé D.O.P. Cariñena Garnacha Rosado 750ml

4.6(210)Bodegas Esteban Martín

Garnacha Rosado da D.O.P. Cariñena, de vinhas com 20 a 65 anos, com 13,5% e aromas de framboesa e rosas: o rosé espanhol mais encorpado da lista.

Melhor para: Quem quer um rosé espanhol com corpo e estrutura para acompanhar refeições mais robustas, não só aperitivos.

  • D.O.P. Cariñena, Espanha — 100% Garnacha
  • Vinhas entre 20 e 65 anos de idade
  • Teor alcoólico 13,5% vol. — o mais alto do lineup
  • Garrafa de 750 ml, rosé seco
  • Aromas de framboesa, cereja e rosas; potencial de guarda de 5 anos

O Esteban Martín Garnacha Rosado é a nossa indicação de melhor rosé espanhol — e o mais encorpado de toda a lista, com 13,5% de teor alcoólico e a concentração que vinhas velhas proporcionam.

A D.O.P. Cariñena é uma das denominações mais tradicionais da Aragão, e a Bodegas Esteban Martín vinifica uvas de vinhas entre 20 e 65 anos em rosado, sem passar por barrica, o que preserva os aromas de framboesa e cereja e dá um acabamento floral elegante.

Com mais corpo e estrutura do que os rosés chilenos de entrada, aguenta bem pratos mais intensos: camarão na manteiga, frango à parmigiana, queijos semiduros e até sushi.

Vale o preço? Vale — mas os 13,5% são reais: quem não está acostumado com vinhos mais alcoólicos vai sentir o calor no final. E rosés leves para o aperitivo no calor não são exatamente o perfil dele.

Prós
  • Corpo e estrutura de quem vem de vinhas antigas (20–65 anos)
  • Aromas de framboesa e rosas com potencial de até 5 anos de guarda
  • Versátil nas harmonizações — da salada ao queijo semiduro
Contras
  • 13,5% de teor alcoólico pode pesar para quem prefere rosés mais leves
  • Não é o melhor para servir como rosé leve de aperitivo em dia de calor
7º · Melhor Rosé de Malbec

Viña Las Perdices Chac Chac Rosé Malbec 750ml

Viña Las Perdices

Malbec rosé do Vale do Uco, Mendoza, com maceração curta e fermentação a frio: o rosé argentino mais aromático e versátil da seleção.

Melhor para: Quem quer explorar o Malbec argentino em estilo rosé — fresco, aromático e versátil da entrada à sobremesa de frutas.

  • Rosé seco do Vale do Uco, Mendoza, Argentina
  • 100% Malbec — maceração pneumática de 6–8 horas
  • Fermentação controlada entre 14–16 °C por 20 dias
  • Garrafa de 750 ml
  • Perfil de frutas vermelhas, morango e framboesa com acidez fresca

O Las Perdices Chac Chac Rosé é a nossa indicação de melhor rosé de Malbec — a uva mais argentina de todas, vinificada como rosado no Vale do Uco, onde a altitude e a amplitude térmica preservam acidez e aromas.

A Viña Las Perdices faz uma maceração pneumática curta (6 a 8 horas) para extrair cor e fruta sem taninos, com fermentação a temperaturas baixas que protege o perfil aromático: morango, framboesa e uma nota floral que é a assinatura do Malbec rosé bem feito.

Fresco, com acidez que equilibra o dulcor natural da fruta, funciona do aperitivo ao acompanhamento de carpaccio, ceviche, queijos brancos e até aquele sashimi de salmão.

Os contras: o teor alcoólico exato varia por safra — fique atento ao rótulo. E para quem espera um Malbec encorpado e vermelho, o Chac Chac vai decepcionar: é leve por natureza, criado justamente para ser o oposto do tinto.

Prós
  • Perfil aromático do Malbec preservado pela fermentação a baixa temperatura
  • Acidez do Vale do Uco que equilibra a fruta e dá frescor real
  • Versátil: aperitivo, frutos do mar, carpaccio e queijos brancos
Contras
  • Teor alcoólico pode variar de safra para safra — verificar rótulo
  • Leve demais para quem quer um rosé encorpado ou espera o caráter do Malbec tinto
8º · Melhor Rosé Francês

Gem V. Rosé IGP Pays d'Oc 750ml

Maison du Sud

Grenache rosé do Languedoc em garrafa diamante premiada, com 12% e perfil de frutas vermelhas e lavanda: o estilo provençal sem o preço de Provence.

Melhor para: Quem quer o estilo e o perfil dos rosés franceses do Sul sem pagar o preço de Provence.

  • Rosé seco IGP Pays d'Oc, Languedoc, França
  • 100% Grenache — Maison du Sud
  • Teor alcoólico 12% vol.
  • Garrafa de 750 ml — design SERAC, vencedor Verallia Design Awards 2016
  • Cor salmão claro, aromas de frutas vermelhas e lavanda

O Gem LYV Rosé IGP Pays d'Oc é a nossa indicação de melhor rosé francês da lista — um Grenache do Languedoc em garrafa de design premiado que traz o espírito provençal por um custo bem diferente do que os rosés de Provence costumam praticar.

A Maison du Sud vinifica 100% Grenache sem passagem por barrica, preservando o perfil fresco, com cor salmão claro e aromas que cruzam frutas vermelhas e lavanda, duas marcas registradas do Sul da França.

Com 12% de teor alcoólico e acidez viva, harmoniza com pratos mediterrâneos, saladas de queijo de cabra, frango grelhado e peixes ao forno — ou simplesmente sozinho, gelado, antes da refeição.

Os contras a considerar: a garrafa diamante é linda mas pode não caber bem em adegas menores. E para quem já bebe AOP Côtes de Provence, o IGP Pays d'Oc entrega menos complexidade e finesse — essa comparação é justa, mas o preço é proporcional.

Prós
  • 100% Grenache do Languedoc com o perfil aromático do rosé provençal
  • Garrafa de design premiado — faz bonito na mesa e como presente
  • Acidez e frescor que acompanham desde o aperitivo até peixes grelhados
Contras
  • Menos complexidade que um AOP Côtes de Provence de mesma graduação
  • Garrafa de formato irregular — pode não caber em todas as adegas
9º · Melhor Rosé Brasileiro

Vinho Miolo Seleção Rosé Cabernet Sauvignon & Tempranillo 750ml

4.3(15)Miolo

Primeiro rosé do Grupo Miolo, com Cabernet Sauvignon e Tempranillo da Campanha Meridional, fermentado em inox: o melhor argumento brasileiro para quem ainda duvida de rosé nacional.

Melhor para: Quem quer experimentar um rosé brasileiro de qualidade, da casa Miolo, com Cabernet Sauvignon da Campanha Meridional.

  • Rosé seco da Campanha Meridional, Rio Grande do Sul, Brasil
  • Blend de Cabernet Sauvignon e Tempranillo — Grupo Miolo
  • Teor alcoólico aproximado 11,5% vol.
  • Garrafa de 750 ml
  • Fermentação em inox entre 13–15 °C; cor rosa claro, aromas de morango e cereja

O Miolo Seleção Rosé é a nossa indicação de melhor rosé brasileiro — o primeiro rosé do Grupo Miolo, feito na Campanha Meridional do Rio Grande do Sul com Cabernet Sauvignon e Tempranillo das próprias vinhas da família.

O processo de vinificação passa pela maceração pelicular curta e fermentação em inox entre 13 e 15 °C, que preserva os aromas frescos de morango e cereja e entrega uma cor rosa claro brilhante e um paladar leve, jovem e direto.

Segundo a Miolo, é um rosé criado para ser bebido jovem — vai bem como aperitivo, com carne de porco, salmão grelhado e risotos mais delicados.

Os contras são claros: o perfil é mais simples que os rosés europeus, sem a mineralidade dos portugueses nem a aromática dos franceses. E para quem tem resistência ao vinho nacional, o Miolo Seleção pode não convencer totalmente — mas os prêmios que a linha Seleção acumula são reais.

Prós
  • Primeiro rosé do Grupo Miolo — vinícola com histórico de qualidade no Brasil
  • Perfil fresco e leve, ideal para aperitivo ou pratos delicados
  • Uvas da Campanha Meridional, terroir com potencial reconhecido internacionalmente
Contras
  • Perfil mais simples que os rosés europeus de personalidade similar
  • Teor alcoólico declarado em faixa ampla — verificar rótulo da safra atual

Perguntas frequentes

Qual o melhor vinho rosé custo-benefício?

**O Pauliteiros Rosé.** Com Aragonez, Tinta Gorda e Touriga Nacional da região de Trás-os-Montes, ele entrega personalidade e mineralidade que custam bem mais em outros rótulos. Uma boa opção para sair do rosé básico sem comprometer o bolso.

Vinho rosé vai bem com churrasco?

**Vai, com os cortes certos.** Rosés mais encorpados como o Esteban Martín (Garnacha, 13,5%) e o Las Perdices Chac Chac (Malbec) aguentam bem frango e porco na brasa. Para picanha e costela, um tinto se sai melhor — mas o rosé resolve muito bem o aperitivo enquanto a carne está no fogo.

Qual a diferença entre vinho rosé seco e semi-seco?

**A quantidade de açúcar residual.** O rosé seco tem menos de 4 g/L de açúcar — é mais tenso, com acidez viva. O semi-seco fica entre 12 g/L e 45 g/L, com um leve adoçamento que torna o vinho mais fácil de beber para iniciantes. O Mateus e o Santa Helena são exemplos de semi-seco; o Pauliteiros e o Esteban Martín são secos.

Vale a pena comprar vinho rosé brasileiro?

**Vale, especialmente da Campanha Meridional.** O Miolo Seleção Rosé é o melhor argumento: Cabernet Sauvignon e Tempranillo de vinhas próprias, bem elaborado, com qualidade reconhecida. A vinicultura do Sul do Brasil evoluiu muito e os rosés nacionais já disputam sem vergonha com importados da mesma faixa.

Qual rosé comprar para presentear?

**O Gem LYV Rosé Pays d'Oc ou o Esteban Martín.** O Gem tem a garrafa diamante premiada que já causa impacto antes de abrir. O Esteban Martín traz o prestígio da D.O.P. Cariñena com histórico de prêmios internacionais. Para uma embalagem com ainda mais charme, explore os melhores espumantes para combinar.

Qual temperatura de serviço para vinho rosé?

**Entre 8 °C e 12 °C.** Rosés mais leves e efervescentes como o Casal Garcia e o Mateus pedem 8 °C. Os secos mais encorpados como o Esteban Martín ganham complexidade em torno de 10–12 °C. Nunca sirva rosé em temperatura ambiente — o calor apaga os aromas.

Conclusão

O vinho rosé parou de ser coadjuvante: hoje cobre do aperitivo refrescante à mesa de jantar com carne branca, e o mercado brasileiro tem opções de todo estilo e origem.

Se você quer praticidade e a certeza de sempre encontrar, vá de Concha y Toro Reservado Rosé. Para explorar com personalidade, o Pauliteiros Rosé surpreende a qualquer mesa.

Quem busca o rosé mais refrescante para o calor vai adorar o Casal Garcia Vinho Verde Rosé. Para um rosé com corpo de verdade, o Esteban Martín Garnacha Rosado é o mais encorpado da lista.

Francês elegante com custo acessível? Gem LYV Pays d'Oc. Malbec argentino em estilo rosado? Las Perdices Chac Chac. E para orgulhar o Brasil, o Miolo Seleção Rosé prova que a Campanha Meridional tem terroir de sobra. Seja qual for a sua escolha, sirva na temperatura certa e aproveite com moderação.

Leonardo

Leonardo

Bartender há mais de quatro anos e sommelier por hobby, John é especialista em whiskys, coquetéis e destilados. Apaixonado por viagens, já visitou destilarias pela Irlanda e pela Escócia em busca dos melhores rótulos. Com o conhecimento adquirido no balcão e a escrita como paixão, tornou-se redator especialista da Seleto Bebidas.

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18/jun

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